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Em 15 de março de 1990, foi editada a medida
provisória nº 151/90, convertida em Lei
Federal nº 8029 de 12 de abril de 1990, na
qual foi extinto o Instituto do Açúcar e do
Álcool - IAA, Órgão que dirimia a política
açucareira e alcooleira do Brasil.
Como era
lógico e evidente, os Produtores deste
estado de Alagoas, sentiram que o comando
das diretrizes que norteiam o comércio,
tanto interno como o externo, estava
acéfalo, reuniram-se e daí surgiu a EMPAT-
Empresa Alagoana de Terminais Ltda,
sociedade por quotas, em 29 de junho de
1990, com a finalidade precípua de controlar
administrativamente todo açúcar demerara a
granel que transitasse pelo Terminal
Açucareiro de Maceió, isto é, no que tange
ao recebimento, estocagem e embarque do
produto citado.
Em 25 de
outubro de 1990, foi assinado um acordo
entre a Empresa de Portos do Brasil S/A-PORTOBRÁS
- em liquidação, a Administração do Porto de
Maceió, a Conbrás Engenharia Ltda, o
Instituto do Açúcar e do Álcool - IAA em
extinção, o Sindicato da Indústria do Açúcar
de Alagoas e a Empresa Alagoana de Terminais
Ltda – EMPAT, solidariamente responsáveis,
para administração e manutenção do Terminal
Açucareiro no Porto de Maceió, no qual os
produtores de açúcar de Alagoas assumiam a
comercialização do açúcar regional e
promoveriam a sua exportação.
Em 29 de
novembro de 1991, foi assinado o convênio de
Cooperação, celebrado entre a Cia. Docas do
Rio Grande do Norte - CODERN , e o Sindicato
da Indústria do Açúcar e do Álcool, para
operação e manutenção do Terminal Açucareiro
de Maceió, em caráter emergencial e
provisório até que houvesse a licitação sob
modalidade de Concorrência, para contratação
de tais serviços.
No citado
Convênio, ficou estabelecido que o Sindicato
poderia contratar terceiros para execução
dos objetivos constantes do Convênio, sem
prejuízo de sua total responsabilidade,
mediante prévia aprovação da CODERN, tendo
sido assinado um Instrumento Particular de
Cessão de Direitos em 02 de dezembro de
1991, com a EMPAT - Empresa Alagoana de
Terminais Ltda, que passou a operar e manter
o Terminal Açucareiro nos rigorosos e
estritos termos do Convênio acima referido,
obrigando-se perante o SINDICATO, pelo seu
fiel cumprimento.
Em
11/04/94, pela Licitação Pública nº 032/94 –Codern
/ Concorrência, a Empat foi julgada apta,
para funcionar neste Terminal, cujo Contrato
de Arrendamento de nº 21/94, foi assinado em
27 de setembro de 1994, pelo período de
05(cinco) anos, renovável por mais 05(cinco)
anos.
Terminal
Açucareiro

O
Terminal Açucareiro foi inaugurado em
19/10/78, portanto, Como era de se esperar
quando assumimos o compromisso de operação e
manutenção deste Terminal em 02/12/91,
constatamos que era necessária uma revisão
de toda metodologia usada e como nossos
técnicos, poderiam atualizar todo o sistema,
para as necessidades daquela época, como
para a época atual.
Várias
idéias foram postas em prática, sempre
esbarrando no Projeto Civil, que
dificilmente poderia ser modificado, mas
mesmo assim conseguimos aperfeiçoar a parte
operacional (mecânica), adquirindo
equipamentos modernos, como sejam :
a-
mudança do sistema tradicional das balanças
rodoviária e rodo - ferroviária, para
células de carga;
b-
mudança do sistema tradicional da balança de
fluxo contínuo, para células de carga;
c-
depois de vários estudos pela nossa equipe
técnica, conseguimos operar no embarque, com
a prancha de até 1000 tm / hora, que
representa 100 % da capacidade nominal das
máquinas “Retomadoras”;
d-
estamos programando para um futuro próximo,
que todo o sistema passe a funcionar com
câmeras, e outros apetrechos eletrônicos,
garantindo destarte a qualidade do serviço
prestado aos usuários.
e- Na
parte operacional (elétrica), houve mudanças
radicais, pois todo sistema deixou o
tradicional eletro - mecânica, para se
tornar totalmente eletrônico, resultando
daí, uma eficiência condizente com a
atualidade.
Terminal de
Embarque de Méis ( TEM )
Recentemente recebemos a incumbência de
operar e manter o TEM , onde tivemos que
traçar novas metas para atingir a eficiência
necessária para atender a demanda, como
seja:
a-
operávamos com a capacidade de embarque de
350 TM / hora;
b-
atualmente funcionamos com a capacidade de
400 a 700 TM / hora, tendo um aumento de
350 TM / hora, dependendo da estrutura de
cada embarque (Burocracia e Física).
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